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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

NASA quer desenvolver sistemas de alerta de corpos celestes mais eficazes


"O programa da NASA [agência espacial norte-americana] está concentrado há vários anos na deteção de pequenos asteróides e têm sido feitos progressos", afirmou Lindsey Johnson, responsável pelo programa "Near-Earth Object Program Office" (NEOO), citado pela agência francesa AFP.
Segundo o responsável, "há dez anos não era possível detetar o 2012 DA14", o asteróide de 45 metros de diâmetro que, na sexta-feira passada, passou a apenas 27.860 quilómetros de distância da Terra.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Novo planeta habitável a 600 anos-luz da Terra

A NASA confirmou hoje a existência de um planeta na zona orbital habitável do sistema planetário Kepler 22, a 600 anos-luz da Terra, no qual poderá haver condições para a formação de água em estado líquido.



Com esta descoberta, sobe para três o número de planetas fora do sistema solar em zona orbital habitável.
Segundo as agências internacionais de notícias, é a primeira vez que a agência espacial norte-americana confirma a existência de um planeta numa zona orbital habitável fora do sistema solar.
A zona orbital habitável é a região perto de uma estrela que tem as temperaturas adequadas para que exista água líquida, principal componente da vida no 'planeta azul'.
O novo planeta, Kepler 22-b , detetado pela sonda com o mesmo nome, é maior do que a Terra mas desconhece-se ainda a sua composição.
Para os cientistas, no entanto, está cada vez mais próxima a descoberta de um planeta parecido com a Terra. O Kepler 22-b orbita em 290 dias uma estrela semelhante ao Sol, ainda que mais pequena e fria.

À procura de planetas-irmãos
Lançada em março de 2009, a sonda Kepler tem por missão procurar planetas-irmãos da Terra suscetíveis de ter vida, observando mais de cem mil estrelas parecidas com o Sol.
Durante dois anos foram identificados 2326 candidatos a planetas, dos quais 207 com um tamanho aproximado da Terra e 680 com dimensões maiores.
Em maio, o Centro francês de Investigação Científica anunciou que um dos planetas que orbita a estrela-anã Gliese 581 poderá revelar-se 'habitável', com um clima propício à presença de água líquida e de vida.
Já em agosto, astrónomos suíços confirmaram a existência de um outro exoplaneta (planeta fora do sistema solar) em zona orbital habitável, o HD 85512b .


terça-feira, 8 de novembro de 2011

NASA capta novas imagens do asteróide que se aproxima da Terra

O asteróide 2005 YU55, com 400 metros de diâmetro, deverá “rasar” a Terra hoje cerca das 23h30 e a NASA captou uma imagem quando este estava a pouco mais de um milhão de quilómetros de distância.
A imagem foi captada na segunda-feira, às 19h45, pelos radares da Agência Espacial americana (NASA) em Goldstone, Califórnia, quando o asteróide se encontrava a 1,38 milhões de quilómetros da Terra.
As antenas de Goldstone estão voltadas para o YU55 desde 4 de Novembro e assim deverão continuar até ao dia 10. Este é um dos 1262 asteróides com mais de 150 metros de diâmetro que a NASA considera serem potencialmente perigosos.
Ainda assim, os astrónomos garantem que não há qualquer risco de o asteróide – que também está a ser seguido pelo Radar Planetário Arecibo (Puerto Rico) – acertar na Terra ou na Lua. A rota do YU55 vai passar no ponto mais próximo da Terra a 324.600 quilómetros de distância do centro do planeta, ou seja, a uma distância menor do que a que existe entre a Terra e a Lua (384.000 quilómetros). “A influência gravitacional do asteróide não terá qualquer efeito detectável na Terra, incluindo marés ou placas tectónicas”, garante a NASA, num comunicado desta terça-feira.
O YU55 já é um "asteróide razoável", disse o director do Observatório Astronómico de Lisboa, Rui Agostinho, ao PÚBLICO. "No caso de um choque eventual, hipotético - que não vai acontecer -, teria efeitos menos interessantes. Tudo porque tem muita massa e há muita energia cinética em jogo. Segundo cálculos muito simplistas, se toda essa energia fosse convertida numa explosão, a energia equivaleria a cerca de 30 bombas nucleares".
Em Portugal, o Observatório não vai acompanhar a passagem do asteróide por causa das más condições meteorológicas. "As condições de observação não são favoráveis", disse Rui Agostinho.

Passagem do asteróide é oportunidade única para astrónomos
Esta é considerada uma oportunidade especial para os astrónomos, porque desde 1976 que nenhum corpo passava tão perto da Terra e só em 2028 voltará a repetir-se um fenómeno semelhante. Mas para conseguir ver o asteróide é preciso um telescópio com uma lente de, pelo menos, 15 centímetros.
Estes são objectos muito pequenos, "muito difíceis de estudar" e "o facto de termos um asteróide assim tão próximo da Terra, com brilho suficiente, é uma oportunidade única que nos permite classificá-lo com maior rigor", através de imagens de radar, como a do radio-telescópio de Arecibo, acrescentou Rui Agostinho.
Ainda assim, o conhecimento sobre o YU55 "já é de grande qualidade", tendo em conta que apenas foi identificado em 2005. "Este costuma estar entre Vénus e Marte, numa órbita muito estável que cruza a do planeta Terra", por exemplo. Esta é a altura ideal para estudar a sua composição mas, principalmente, a evolução da sua órbita.
Observações feitas no ano passado pelos radares de Arecibo permitem saber que o asteróide tem uma forma mais ou menos esférica e faz uma rotação lenta, a cada 18 horas. Também se sabe que é do tipo C, ou seja, é rico em carbono e terá um ar poroso e muito escuro. Segundo o que já foi observado, o asteróide está cheio de crateras.
Segundo a NASA, todos os dias a Terra é "pulverizada" com mais de 100 toneladas de material libertado pela passagem de asteróides e cometas, mas a maioria é apenas poeira e partículas muito pequenas. Rui Agostinho referiu que a passagem destes corpos celestes "não é tão rara como se pensa". Existe uma "família de asteróides na zona interior do sistema solar", acrescentou.

Notícia actualizada às 12h25 com declarações do director do Observatório Astronómico de Lisboa.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Asteroide aproxima-se da Terra na próxima semana

Última passagem de um asteroide de grande dimensão pela Terra ocorreu em 1976. Especialistas afirmam não haver qualquer perigo para o planeta.


Ana C. Oliveira (www.expresso.pt)


14:17 Quarta feira, 2 de novembro de 2011


O asteroide vai passar a uma distância de 325 mil quilómetros da Terra

NASA


O asteroide 2005 YU55, com 400 metros de largura, irá passar junto à Terra no dia 8 de novembro, não representando qualquer risco para o planeta, refere a notícia divulgada pela NASA .
A trajetória do 2005 YU55 será a mais próxima à Terra dos últimos 200 anos, apesar da órbita do asteroide o trazer várias vezes às proximidades do nosso planeta, de Marte e de Vénus. A uma distância de 325 mil quilómetros, o 2005 YU55 estará mais próximo da Terra do que a própria Lua.
A última vez que um asteroide desta dimensão se aproximou do nosso planeta foi em 1976 e prevê-se que a passagem de outro de semelhante envergadura ocorra apenas em 2028.
Cientistas aproveitam para estudar o 'visitante'
Os cientistas da NASA vão aproveitar a passagem do asteroide 2005 YU55 pela Terra para seguir de perto a sua trajetória e obter imagens que permitam estudar a sua superfície, forma, dimensão e características várias.
A observação da agência espacial norte-americana terá início na próxima sexta-feira, durante duas horas, através da utilização de uma antena de 70 metros, localizada nas instalações da NASA na Califórnia (Deep Space Network - Goldstone). A observação deverá continuar entre os dias 6 e 10, durante pelo menos quatro horas por dia.
O asteroide também será analisado pelo radar do Observatório de Arecibo, em Porto Rico.
Todos os astrónomos amadores que pretendam ver o asteroide poderão fazê-lo através de um telescópio com uma abertura de pelo menos 15 centímetros, refere a NASA.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Nasa recria imagem de supernova documentada há 2 mil anos

Nasa recriou a imagem da primeira supernova documentada, que foi observada por astrónomos chineses há quase dois mil anos e que teve as suas fotos divulgadas na segunda-feira.

A Nasa combinou dados de quatro telescópios espaciais diferentes para criar a imagem da supernova, conhecida como RCW 86, a mais antiga que consta dos registos de astronomia.

Os astrónomos chineses foram testemunhas do evento que aconteceu no ano 185 d.C., quando descobriram uma estrela muito luminosa que permaneceu no céu durante oito meses.

As imagens de raios X do observatório XMM-Newton da Agência Espacial Europeia e do Observatório de Chandra, da Nasa, foram combinadas para formar as cores azul e verde na imagem, que mostram que o gás interestelar aqueceu a milhões de graus devido à onda expansiva da supernova.

Os dados infravermelhos do Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa, e da sonda Wise (Wide-field Infrared Survey Explorer), que são vistos em amarelo e vermelho, revelam o pó que chega a várias centenas de graus abaixo de zero, cálido em comparação com o pó cósmico habitual na Via Láctea, indicou a agência espacial.
Mediante o estudo dos raios X e dos dados infravermelhos, os astrónomos foram capazes de determinar que a causa daquela misteriosa explosão no céu foi uma supernova de tipo Ia, que se produz depois da violenta explosão de uma estrela anã branca.


A supernova RCW 86 está a aproximadamente oito mil anos-luz de distância. Tem 85 anos-luz de diâmetro e ocupa uma região do céu na constelação austral de Circinus que, segundo indica a Nasa como referência, é ligeiramente maior que a lua cheia.

sábado, 10 de setembro de 2011

Satélite que vai cair na Terra preocupa NASA (vídeo)

Entre final de setembro e outubro um satélite à deriva deverá cair na Terra. Para já, a NASA não sabe que região poderá ser atingida pelos mais de 500 quilos de metal.
16:00 Sexta feira, 9 de setembro de 2011


A agência espacial norte-america, NASA, reconheceu estar "preocupada" com a queda prevista para final de setembro e outubro, de um satélite com mais de 20 anos.
Os restos mortais do Upper Atmosphere Research Satellite (UARS) podem cair em qualquer lugar mas, segundo os cientistas, a possibilidade de atingirem alguém é de um para 3.200. Com efeito, parte do equipamento de 5.9 toneladas deverá desintegra-se ao entrar na atmosfera terrestre, onde não deverá chegar, pelas contas da NASA, cerca de 544 quilos de metal.
Bem menos do que estação espacial russa Mir de 123 toneladas, que caiu na Terra em 2001 ou do Skylab (91 toneladas), atingindo a superfície terrestre em 1979. Em ambos os casos ninguém foi atingido.

Um para 10.000

"Desde o fim da corrida do espaço que reentram regularmente na atmosfera objetos, sem que ninguém tenha sido atingido até à data", lembrou Gene Stansbery, da NASA. "Isso não significa que não estejamos preocupados", acrescentou.
Atualmente, a NASA tem uma regra, segundo a qual, a possibilidade de um satélite atingir alguém não poderá ser maior do que um para 10.000. Só que o UARS foi lançado em 1991, bem antes dessa regra ter sido adotada.
Este satélite, sem combustível desde 2005, foi lançado com o intuito de estudar as alterações climáticas, medindo a concentração de determinadas substâncias químicas na atmosfera.
"É muito cedo para dizer com rigor quando é que o UARS deverá rentrar na atmosfera, e em que região deverá cair, mas a NASA segue a situação de muito perto", rematou Gene Stansbery.

sexta-feira, 18 de março de 2011

A sonda que tinha partido há quase 7 anos já está em órbita

A sonda americana Messenger tornou-se esta madrugada o primeiro engenho espacial a instalar-se na órbita de Mercúrio, o planeta mais próximo do sol, anunciou a NASA.



A sonda começou a sua rotação em torno de Mercúrio às 02h00 e irá continuar em redor do planeta mais quente do sistema solar durante um ano, indicou a agência espacial norte-americana.

O engenho espacial começou a sua viagem há quase sete anos, tendo já passado em diversas ocasiões nas proximidades de Vénus e de Mercúrio, sem nunca se ter instalado nas suas órbitas.

Os instrumentos a bordo do Messenger serão activados e verificados no dia 23 de Março e no dia 4 de Abril irá começar a fase científica da missão.

O aparelho transporta diversos instrumentos científicos, nomeadamente um sistema de recolha de imagens, um espectrómetro de análise da atmosfera e do sol e um espectrómetro de observação do plasma e das partículas energéticas.

A sonda completará a rotação de Mercúrio em 12 horas a uma altitude mínima de 200 quilómetros, precisou a NASA. Tudo isto acontecerá a 46 milhões de quilómetros do sol e a 155 milhões de quilómetros.

A sonda já percorreu cerca de oito mil milhões de quilómetros no espaço desde o seu lançamento, em Agosto de 2004.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Discovery despede-se de vez do Espaço e regressa à Terra

O vaivém espacial norte-americano Discovery está de regresso à Terra, depois de uma missão de oito dias na Estação Espacial Internacional (EEI), a última que o histórico aparelho da NASA efetuou no Espaço em 27 anos.
Segundo as agências internacionais, o Discovery retirou-se hoje das plataformas da EEI, a 355 quilómetros de distância, e está prevista a chegada à Terra na quarta-feira com seis tripulantes a bordo.
Este é o mais velho dos três vaivéns que a NASA colocou no Espaço nos últimos anos, juntado-se ao Endeavour e ao Atlantis, tendo somado mais de 230 milhões de quilómetros nas 39 missões ao Espaço e o seu destino final será agora um museu.
Numa mensagem deixada através da rede social Twitter, o comandante da Estação Espacial Internacional, Scott Kelly, assinalou a partida do Discovery sublinhando que foi um vaivém "grandioso, que apoiou a EEI mais do que qualquer outro aparelho".
Na última viagem do Discovery à EEI, os astronautas puderam levar toneladas de material e incluir um novo módulo permanente para armazenamento.
A chegada do Discovery ao Centro Espacial Kennedy, no sul da Flórida, está marcada para quarta-feira, às 16:58 (hora de Lisboa).

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Fotos da NASA permitem ver todas as faces do Sol a partir de hoje

A partir de hoje, os astrónomos poderão saber o que se passa em tempo real em toda a superfície do Sol. Duas sondas da NASA estão em lados opostos da estrela e tiram fotografias que dão um panorama total do astro.


06.02.2011 - 18:39 Por Nicolau Ferreira


O Sol que se vê a partir da Terra parece um astro sossegado, mas é uma massa esférica de plasma com actividade magnética intensa. Até agora não existia uma imagem total da todo o Sol, mas a partir de hoje as duas sondas do projecto Stereo (Solar Terrestrial Relations Observatory) chegaram finalmente à sua posição final. Estão em locais opostos, a um ângulo de 180 graus, o que permite tirar fotografias complementares, em tempo real, dos dois hemisférios do astro.

“Isto é um grande momento para a física solar”, disse, em comunicado, Angelo Vourlidas, um membro da equipa. “O Stereo revelou o que o Sol realmente é – uma esfera de plasma quente com um tecido intricado de campos magnéticos.”
As duas sondas Stereo (A e B) foram lançadas em Outubro de 2006. As suas viagens foram feitas em sentidos diferentes e ao longo do tempo as sondas foram tirando fotografias do Sol. As fotografias de 2 de Fevereiro (na imagem) obtiveram uma representação quase total do Sol, deixando apenas uma pequenina faixa de fora. Segundo a NASA, a partir de hoje as fotografias dão uma representação total.



“Com esta informação, podemos girar em torno do Sol para ver o que se passa no horizonte sem nunca sairmos das nossas secretárias”, disse em comunicado Lika Guhathakurta, outra cientista que pertence ao programa Stereo. “Espero um grande avanço na física solar teórica e nas previsões do tempo do espaço”, disse a cientista, referindo-se à massa de partículas provenientes do Sol que alcançam a Terra. Se forem muito fortes, podem provocar fenómenos como auroras boreais ou um colapso dos sistemas de transmissão.


As sondas tiram fotografias em quatro comprimentos de onda diferentes, no extremo da radiação ultra-violeta. Desta forma, conseguem identificar acontecimentos importantes da superfície solar, como erupções, tempestades solares ou filamentos magnéticos. Uma terceira sonda pertencente ao programa Stereo, que orbita à volta da Terra, também está constantemente a fotografar o Sol, completando a informação vinda das Stereo A e B.

A partir de agora, os cientistas podem antecipar melhor os fenómenos que surgem na superfície do Sol e que influenciam a Terra. “Actividades que se passam na região mais distante não nos apanharão mais desprevenidos”, explicou em comunicado Bill Murtagh, um cientista do Centro de Previsões do Tempo Espacial, no Colorado, que pertence à NOAA (sigla em inglês para a Administração Nacional para os Oceanos e Atmosfera).

“Com este modelo podemos também seguir as tempestades solares que vão em direcção aos outros planetas. Isto é importante para missões da NASA em Mercúrio, Marte ou asteróides”, acrescentou.

Por outro lado, com os dados obtidos a partir das fotografias vai ser possível relacionar fenómenos que acontecem em pontos distante no Sol. Os cientistas há muito que suspeitam que a actividade solar pode estar interligada globalmente, com erupções solares distantes a influenciarem-se umas às outras.

“Há muitos puzzles fundamentais por trás da actividade solar”, disse Vourlidas. “Ao monitorizarmos todo o Sol, podemos encontrar peças que nos faltam.”

O projecto Stereo vai continuar durante os próximos oito anos.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Space Oddity

In this image taken by the Hubble Space Telescope, an unusual, ghostly green blob of gas appears to float near a neighboring spiral galaxy.
The bizarre object, dubbed Hanny's Voorwerp (Hanny's Object in Dutch), is the only visible part of a 300,000-light-year-long streamer of gas stretching around the galaxy, called IC 2947. The greenish Voorwerp is visible because a beam of light from the galaxy's core illuminated it. This beam came from a quasar--a bright, energetic object powered by a black hole. The quasar may have turned off about 200,000 years ago.
This Hubble view uncovers a pocket of star clusters, the yellowish-orange area at the tip of Hanny's Voorwerp. The star clusters are confined to an area that is a few thousand light- years wide. The youngest stars are a couple of million years old. The Voorwerp is the size of our Milky Way galaxy, and its bright green color is from glowing oxygen.

In this image taken by the Hubble Space Telescope, an unusual, ghostly green blob of gas appears to float near a neighboring spiral galaxy.

The bizarre object, dubbed Hanny's Voorwerp (Hanny's Object in Dutch), is the only visible part of a 300,000-light-year-long streamer of gas stretching around the galaxy, called IC 2947. The greenish Voorwerp is visible because a beam of light from the galaxy's core illuminated it. This beam came from a quasar--a bright, energetic object powered by a black hole. The quasar may have turned off about 200,000 years ago.
This Hubble view uncovers a pocket of star clusters, the yellowish-orange area at the tip of Hanny's Voorwerp. The star clusters are confined to an area that is a few thousand light- years wide. The youngest stars are a couple of million years old. The Voorwerp is the size of our Milky Way galaxy, and its bright green color is from glowing oxygen.
An interaction between IC 2947 and another galaxy about a billion years ago may have created Hanny's Voorwerp and fueled the quasar. The Hubble image shows that IC 2947 has been disturbed, with complex dust patches, warped spiral arms, and regions of star formation around its core. These features suggest the aftermath of a galaxy merger. The bright spots in the central part of the galaxy are star-forming regions. The small, pinkish object to the lower right of IC 2397 is an edge-on spiral galaxy in the background.

The image was made by combining data from the Advanced Camera for Surveys and the Wide Field Camera 3. The ACS exposures were taken April 12, 2010; the WFC3 data, April 4, 2010.
Image Credit: NASA, ESA, W. Keel (University of Alabama) and the Galaxy Zoo Team

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Descoberto primeiro planeta rochoso fora do sistema solar - NASA

Washington, 11 jan (Lusa) - A NASA, agência espacial norte-americana, anunciou na segunda-feira a descoberta do primeiro planeta rochoso fora do sistema solar, do tamanho quase da Terra, graças à ajuda da sonda espacial Kepler.
Em órbita à volta de uma estrela a uma distância que não lhe permite ser habitado, este exoplaneta, batizado de Kepler-10b, é o primeiro que é rochoso em cerca de 500 descobertas fora do sistema solar desde 1995, sendo os anteriores essencialmente gasosos.
O Kepler-10b é também o planeta cujo tamanho mais se aproxima do da Terra, com um diâmetro 1,4 vezes maior, precisaram os astrónomos da missão Kepler.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

NASA produz vídeo que mostra actual contaminação atmosférica


Os intensos incêndios que recentemente destruíram milhares de hectares de florestas na Rússia e no Canadá contaminaram a atmosfera. Essa contaminação afecta pessoas, animais, plantas e a atmosfera em geral. A Agência Espacial Norte-americana NASA recompilou, por isso, imagens a partir das quais se consegue perceber o alcance mundial destas contaminações.

Um dos elementos contaminantes mais perigosos é o monóxido de carbono que, ao ficar na atmosfera como consequência dos incêndios provoca numerosos problemas respiratórios.

Nas imagens da NASA, este gás altamente tóxico é mostrado nas suas concentrações mais altas com as cores amarelas e vermelhas. O gás foi medido com uma sonda atmosférica de infravermelhos.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

NASA anuncia descoberta sobre vida extra-terrestre

A agência espacial norte-americana, a NASA, lançou a polémica no mundo científico e, em particular na Internet, ao anunciar para hoje, quinta-feira, uma conferência de Imprensa sobre uma descoberta ligada à vida extra-terrestre.
"A NASA dará uma conferência de imprensa às 14 horas (19 horas em Portugal continental) de quinta-feira dia 2 de Dezembro para discutir uma descoberta na área da astrobiologia que terá consequências na procura de provas de vida extra-terrestre", afirma a agência no seu site na Internet. A conferência terá lugar em Washington.

Os amantes do espaço e dos extra-terrestres inundaram a blogosfera de especulações sobre o conteúdo do anúncio mas a NASA recusou adiantar quaisquer detalhes antes do anunciado.

Entre as pessoas que vão intervir no encontro de hoje na capital norte-americana está Mary Voytek, que dirige o programa de astrobiologia da NASA, Felisa Wolfe-Simon, investigadora de astrobiologia no Instituto Geológico dos EUA, e também Pamela Conrad, astrobióloga no centro espacial Goddard da NASA.
A astrobiologia é a disciplina que estuda a vida no universo, incluindo a sua origem e evolução, a localização e as hipóteses de que esta se perpetue.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

NASA pode ter descoberto vida extraterrestre

A NASA anunciou que na próxima quinta-feira, dia 2, organiza uma conferência de imprensa sobre "Astrobiologia", para discutir "uma descoberta que terá um enorme impacto na procura de vida extraterrestre".

A NASA publicou ontem no seu site a informação de uma conferência de imprensa sobre "Astrobiologia".
"Astrobiologia é o estudo da origem, evolução, distribuição e vida futura no universo" lê-se na informação sobre a conferência que irá decorrer na próxima quinta-feira, dia 2 de dezembro , que também adianta os participantes.
O currículo desses participantes levanta agora a questão: qual a "descoberta astrobiológica" que motivou a NASA a convocar uma conferência de imprensa?
Quem irá discursar na conferência

Para além de Mary Voytek, diretora do Programa Astrobiológico da NASA, estará presente Felisa Wolf-Simon, uma oceanógrafa que já escreveu uma longa lista de artigos sobre fotossíntese baseada em arsénio e a sua implicação na evolução de espécies.
Também irá discursar Pamela Conrad, uma geobiologista que em 2009 publicou um ensaio sobre a geologia e a hipótese de vida em Marte.
James Elser será outro dos cientistas participantes. Elser é um ecologista que integra o programa de astrobiologia "Follow the Elements", que investiga os elementos químicos em ambientes onde haja a possibilidade de evolução de seres vivos.
O último participante que consta da informação da NASA é Steven Benner, um biologista que faz parte da "Equipa Titan", o grupo da NASA responsável por explorar a maior das 62 luas de Saturno, a Titan. Benner também está envolvido na missão da sonda Cassini, que recentemente entrou na densa atmosfera da lua Rhea e recolheu amostras de oxigénio e dióxido de carbono.

Rhea contém elementos químicos necessários à vida

Estes últimos dados que mostraram a existência de oxigénio e dióxido de carbono foram divulgados na última sexta-feira. A sonda Cassini encontrou pela primeira vez vestígios destes dois elementos químicos diretamente na atmosfera noutro mundo, neste caso na segunda maior lua de Saturno, o astro Rhea.

Dada a proximidade com o anúncio da próxima conferência, presume-se que o assunto da conferência esteja relacionado com a descoberta da última sexta-feira, ou seja, a densa atmosfera de uma das luas de Saturno contém os elementos químicos necessários para a formação de vida extraterrestre.
Mas são apenas suposições, já que existe um embargo sobre mais informação sobre a conferência até... quinta-feira.
São conhecidos os vários cortes nos fundos das missões da NASA e talvez o evento de quinta-feira sirva para reforçar os factos divulgados na passada sexta-feira e seja uma forma de reunir verbas para continuar com o projeto Titan. Quem quiser poderá acompanhar a conferência em direto através do site da NASA .

A NASA é reconhecida por vários fracassos nos últimos anos e a última grande conferência de imprensa que a agência espacial acolheu foi para "apenas" anunciar a presença de um buraco negro perto da nossa galáxia.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

NASA e ESA unidas para descobrir Marte



Marte é a próxima grande missão espacial, por isso, as agências norte-americana e europeia assinaram um acordo para partilharem experiência, responsabilidades e financiamento.

As agências espaciais norte-americana e europeia vão juntar esforços para a "conquista" de Marte. NASA e ESA assinaram uma "carta de intenções", em Washington (EUA), que dá luz verde aos cientistas e engenheiros das duas agências para colaborarem no planeamento das missões ao "planeta vermelho".
O arranque desta união será dado com uma órbita, dirigida pelos europeus, em 2016. Seguem-se veículos de exploração da superfície em 2018. No mesmo ano talvez haja uma rede de sondas a aterrar no planeta. O objectivo é trazer rochas e amostras de solo para os laboratórios terrestres. O documento foi assinado pelos responsáveis pelas agências, o administrador da NASA Charles Bolden e o director-geral da ESA Jean-Jacques Dordain.
A Meji - Mars Joint Exploration Initiative (Iniciativa Conjunta de Exploração de Marte) - esteve sob discussão durante vários meses para se definir os objectivos da missão e divisão da responsabilidade e financiamento. Os EUA e a Europa compreenderam que podem alcançar mais na missão ao "planeta vermelho" se combinarem as suas experiências e conhecimentos. Além disso, com os dois programas a sofrerem pressões financeiras, a aliança pode viabilizar que se continuem a planear missões a cada dois anos.
Os membros da ESA dizem que já gastaram 850 mil euros para esta aventura em direcção a Marte. Será necessário aumentar esse valor até aos mil milhões de euros para financiar o programa Meji. A existência deste financiamento extra, providenciado pelos países Europeus, terá de ser estabelecido numa reunião do conselho da agência a meio de Dezembro.
"O importante é que os Estados membros aprovem as ideias. Não espero qualquer tipo de choques", disse David Southwood, director da ESA para a ciência e robótica.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Missão Atlantis tem luz verde

Nasa já se encontra a fazer preparativos

A luz verde para o lançamento da nave da missão Atlantis já foi dada à equipa para o próximo dia 16 de Novembro, às 14h28 (hora local). O Centro Kennedy Space, da Nasa, na Florida (EUA) já transferiu a carga da nave para a pista de lançamento 39A.



Os técnicos prevêem terminar todos os testes ao sistema de armazenamento de detritos e à casa de banho da nave ao longo do fim-de-semana e a restante equipa prepara-se para o ensaio geral de lançamento, conhecido como Prova de Demonstração Final de Contagem regressiva, ou TCDT.
A tripulação ainda se encontra no Johnson Space Center da Nasa, em Houston e chegará ao Kennedy Space Center na segunda-feira, após terminarem o TCDT. Entretanto, revêem o voo e conduzem um treino de simulação de contingência para possível aborto no simulador de base. A partir de segunda-feira, a equipa terá de praticar procedimentos ligados ao lançamento, dentro da nave, e à evacuação de emergência.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Portugueses em missão de observação da Terra

Lusa


Engenheiros portugueses contribuem para numa nova missão espacial europeia de exploração da Terra, com um processador de dados crucial num satélite de recolha de indicadores de alterações climáticas a lançar no princípio de Novembro.
Esta "Missão da Água" da Agência Espacial Europeia (ESA), orçada em 315 milhões de euros, irá produzir observações globais da hidratação do solo em toda a massa terrestre e da salinidade dos oceanos, com aplicações práticas em áreas como a meteorologia, agricultura, pescas, marinha e gestão dos recursos de água.
Os dados a recolher pelo SMOS (acrónimo em inglês para Humidade do Solo e Salinidade Marinha) servirão para definir modelos físicos do comportamento do clima a nível planetário, a partir dos quais será possível extrair indicações sobre as correntes oceânicas, a desertificação, o degelo das calotas polares ou a previsão de fenómenos meteorológicos extremos.
O satélite - com lançamento previsto para 02 de Novembro na base militar russa de Plessetsk, perto de Moscovo - fornecerá mapas globais da hidratação do solo pelo menos a cada três dias e mapas da salinidade a cada 30 dias, o que levará a uma melhor compreensão do ciclo da água, nomeadamente dos processos de troca entre a superfície da Terra e a atmosfera.
O envolvimento de engenheiros portugueses no projecto começou em 2003, depois de um consórcio formado pela Deimos Engenharia e a Critical Software ter ganho um concurso europeu para o desenvolvimento do processador de dados de um aparelho produzido pela EADS CASA Espacio, em Espanha.
"Foi necessário criar todo um algoritmo bastante complexo para interpretar fisicamente os dados recolhidos pelo satélite", disse à Lusa o director da Deimos Engenharia, Nuno Ávila.
O objectivo do processador de dados "é pegar nas medições em bruto recolhidas pelo satélite, que consistem em sinais de rádio na frequência das micro-ondas emitidos pela superfície terrestre, e relacioná-las de forma muito específica para determinar em permanência a salinidade do mar e a humidade da terra", explicou.
Nas primeiras fases do contrato, que já vai em cerca de três milhões de euros, a Deimos Engenharia teve como parceira outra empresa portuguesa, a Critical Software, sendo que o INETI teve também uma pequena participação inicial.
Este projecto, segundo Nuno Ávila, é um dos "ex libris" da Deimos Engenharia por se tratar de "todo um sistema" e não apenas de uma parte. É que a empresa - criada em 2002 e que tem na ESA o seu principal cliente, embora já tenha vendido software à NASA - faz geralmente subsistemas.
"Neste caso, há um princípio, um meio e um fim", afirmou. "Todos os dados do SMOS passam pelo nosso processador".
Uma equipa de três engenheiros aeroespaciais e físicos da empresa estará no Centro de Controlo da ESA (ESAC) em Villafranca del Castilho, perto de Madrid, a receber os primeiros dados do satélite e a fazer, juntamente com outras equipas da ESA, a validação e afinação do algoritmo.
O satélite, cujo lançamento está marcado para as 01:50 (hora de Lisboa) de 02 de Novembro, ficará numa órbita polar, a 757 quilómetros de altitude.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Espaço: Painel diz que NASA deve largar a Lua, voar para outro lado

Washington, 22 Out (Lusa) - Um painel especial independente disse hoje que o plano da Agência Espacial norte-americana (NASA) para revisitar a Lua é a missão errada com o foguetão errado.

Esta comissão de peritos independentes nomeada pelo presidente Barack Obama, para examinar o programa de exploração espacial norte-americano tripulado divulgou hoje o seu relatório final que difere pouco do resumo já divulgado em Agosto e que concluiu haver um financiamento insuficiente.
No relatório, o presidente da comissão, Norman Augustine, antigo patrão do grupo Lockheed Martin, sustenta que faz mais sentido para a NASA considerar aterrar num asteróide vizinho ou numa das luas de Marte.